domingo, 25 de março de 2012
Natalidade
Adentrei na escuridão escorregadia inalando o odor do desconhecido
Não havia o que temer, não me ousaria ferir-me
Vaguei pelas minhas veias encharcadas pelo vermelho do meu sangue
Embalei-me nas batidas avechadas do âmago inquieto
Continuei a jornada com certa euforia e não sabendo ao certo o que fizera ali, aqui em mim
Agachei-me lentamente eu meu útero e repousei como jamais antes acontecera
De repente, vi-me saindo de mim como que se houvesse pressa e urgência em fazê-lo
Sai! Os olhos ainda embaçados por fina película esforçavam-se para ver adiante
O exterior de sempre... igual... mas diferente
E enfim, nascendo de mim, pude dar meu primeiro choro de vida
quarta-feira, 21 de março de 2012
E ainda brilhavam
"Eu reclama por não ter sapatos. Até que um dia conheci alguém que não tinha pés."
40 dias com Jesus no deserto!
Estou de volta!!!
Bom... beijo no coração de todos e vamos rebocar esse barraco que andou meio abandonado!!!
Bjssssssssssss
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
O triangulo

Modelar nossa vida numa estrutura triangular onde, os dois lados são o exercício contínuo do equilibrio e a busca pelas coisas provenientes de uma fonte inesgotável de energia positiva, cuja base é a felicidade, nos leva a exercitar e potencializar o que há de melhor em nós. Eliminar excessos despresíveis, ou seja, que não nos acrescenta nada, supõe melhorar nossa qualidade de vida, seja estrutural, espiritual, profissional ou afetiva.
Quando um corpo estranho adentra em nosso corpo, ele mesmo trata de expulsá-lo. Usa essa auto-defesa afim de proteger-se. Quando ele não tem condições suficientes – por alguma deficiência – de expulsá-lo, logo o corpo apresenta alguma efermidade. Assim somos nós. Vamos acumulando coisas, entulhos que só nos fazem mal.
É preciso compreender bem nossas próprias necessidades e lutar por elas de maneira bastante objetiva. Concentrar boas energias, utilizar sempre o melhor caminho, fazer sempre as melhores escolhas... mesmo que isso signifique perder alguma coisa. Por outro lado, não se perde o que nunca se teve.