Sim! Ainda sinto!
E acho que ainda sentirei por muito tempo!
O frio, o arrepio, o suor, o tremor...
A voz ligeiramente rouca e trêmula
Como meus dedos e pernas e coxas
É! Ainda é real
Meu positivismo ressalta você nos melhores sonhos
E gero energias que te fecundam no ventre da paz
Da tranquilidade, do silêncio e do desejo
É! Como amar sem desejar?
Sem o coração acelerar só com o teu vulto, com teu viço!
Seria amor?
Que amor serve de conveniência senão aquele frio, arredio, que mantêm o tino?
Que tipo de amor é este que as pessoas inventaram que é gélido, inerte, sozinho, vazio?
Como não olhar o relógio e alegrar-se porque a hora aproxima-se?
E ele mesmo te entristecer porque a hora já acabou e você ou eu precisamos ir?
Não
existe amor sem desejo, sem carinho, sem ternura, sem saudade, sem
vontade, sem os tremores febris como as tardes quentes de verão!
Amadurecemos! Mas o amor é imaturo!
Nos deixa como adolescentes que se aventuram ao menor sinal
De novidades ou não!
Mas ele não é racional! E é perfeito do jeito que é!
É a variável da nossa existência, é o ponto equilibrado de total desequilíbrio!
Quando você olha para o futuro e não sabe exatamente onde e como vai estar
Mas sabe que, esteja onde e como estiver, é com ele(a) que quer estar
É amor! Tão puro e simples!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Flores no caminho
Apanhando flores no caminho
murchas, sem cor, sem vida, sem folha
defuntas duma árvore qualquer que segue sua vida sem prestar luto algum
De nada serviria, de nada valeria
Marca a página qualquer dum livro que há tempo lia
Ressecada num marrom gélido, achatada por letras e frases e palavras sem sentido qualquer
Há quem lembre-se de que um dia houve um cheiro? um frescor? uma beleza?
A mão que a arrancara-lhe há de prestar luto ou remorso?
Os pássaros ainda cantam sua beleza de outrora
O livro há de guardá-la como tumulo vindouro
E os dedos que lentamente passam as páginas
Há de em fim tocá-la
E mesmo ressequida
Alguém há de lembrar seu nome
Flor!
murchas, sem cor, sem vida, sem folha
defuntas duma árvore qualquer que segue sua vida sem prestar luto algum
De nada serviria, de nada valeria
Marca a página qualquer dum livro que há tempo lia
Ressecada num marrom gélido, achatada por letras e frases e palavras sem sentido qualquer
Há quem lembre-se de que um dia houve um cheiro? um frescor? uma beleza?
A mão que a arrancara-lhe há de prestar luto ou remorso?
Os pássaros ainda cantam sua beleza de outrora
O livro há de guardá-la como tumulo vindouro
E os dedos que lentamente passam as páginas
Há de em fim tocá-la
E mesmo ressequida
Alguém há de lembrar seu nome
Flor!
domingo, 16 de setembro de 2012
Oi blogueiros -)
Amigos do barraco
andei um pouso sumida... aliás, muito sumida.
muito trabalho... viagem...
mas sempre lembrando de todos aqui e pensando: o que andam escrevendo?
breve breve voltaremos a nos encontrar em nossas linhas
bjs e até breve
saudades de lê-los!!!
andei um pouso sumida... aliás, muito sumida.
muito trabalho... viagem...
mas sempre lembrando de todos aqui e pensando: o que andam escrevendo?
breve breve voltaremos a nos encontrar em nossas linhas
bjs e até breve
saudades de lê-los!!!
eu volto
ora cá, ora lá
não páro
sigo sigo sigo
e sinto a minha vida parada
avião sempre subindo e as imagens diminuindo... indo... indo
coisas a resolver e a distanciar
espero
ele espera
quanto tempo mais?
eu volto!
quando será?
eu volto?
espera...
não páro
sigo sigo sigo
e sinto a minha vida parada
avião sempre subindo e as imagens diminuindo... indo... indo
coisas a resolver e a distanciar
espero
ele espera
quanto tempo mais?
eu volto!
quando será?
eu volto?
espera...
domingo, 15 de abril de 2012
Se foi... pequenininha
Mais uma pessoa querida se foi
Não tenho muito o que dizer, foram tantas perdas
Cada uma levando consigo um universo de lembranças, momentos, instantes não percebidos
Risos, bochecha rosada por uma timidez singular
Diferente, ela era diferente.
Pequeninha, assim era chamada
Um coisinha de 1 metro e meio, mas com um sorrido enorme
Coração gigante, transparente
Sempre que me olhava dizia "sou mais você"
Hoje sou eu que digo, "sou mais você" minha querida, eu sei que ouve!
Dorme feliz e em paz
Não tenho muito o que dizer, foram tantas perdas
Cada uma levando consigo um universo de lembranças, momentos, instantes não percebidos
Risos, bochecha rosada por uma timidez singular
Diferente, ela era diferente.
Pequeninha, assim era chamada
Um coisinha de 1 metro e meio, mas com um sorrido enorme
Coração gigante, transparente
Sempre que me olhava dizia "sou mais você"
Hoje sou eu que digo, "sou mais você" minha querida, eu sei que ouve!
Dorme feliz e em paz
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